Um contrato vinculativo de fidelidade tem os elementos essenciais de um contrato, mas requer capacidade e finalidade legal. Os elementos essenciais de um contrato são a mutualidade de obrigação (composta de oferta e aceitação), termos definidos e consideração. Se esses elementos, capacidade e finalidade legal estiverem faltando, o contrato pode não ser vinculativo.

Contrato de fidelidade é legal?

Os elementos básicos de um contrato incluem a reciprocidade de obrigação, termos definidos e consideração. Mutualidade de obrigação, ou reunião das mentes, é demonstrada pela oferta e aceitação. Uma oferta é quando uma parte (o ofertante) propõe algum tipo de troca com outra parte (o ofertado). Aceitação é quando o destinatário concorda com os termos da oferta.

Termos definidos significa que os termos do contrato são razoavelmente certos. Isso ocorre porque um tribunal deve ser capaz de olhar para a barganha e determinar as obrigações das partes.

Consideração é o que as partes concordam em trocar. A consideração no contrato deve ser algo de valor, mas não precisa ser um item tangível ou monetário. A consideração também pode ser uma ação que alguém não está legalmente obrigada a tomar, ou abster-se de fazer algo que tenha o direito legal de fazer.

Além desses elementos básicos de um contrato, as partes devem ter capacidade de contratar e o objetivo do contrato deve ser legal. Caso contrário, o contrato pode não ser vinculativo.

Não há qualquer ilegalidade em um contrato com fidelidade, desde que a fidelidade resulte em um bônus para o consumidor.

Fidelidade em contrato

A fidelidade de contrato garante que não haja prejuízos e ambas as partes tenham seus direitos garantidos. (Foto: Inc.)

Multa de fidelidade

As partes devem ter capacidade para criar um contrato vinculativo com fidelidade. A parte contratada deve oferecer um benefício ao contratante para que a fidelidade seja válida. Caso ocorra uma quebra do contrato, a multa deve ser proporcional ao tempo restante para o final da fidelização e também proporcional ao valor do benefício que foi concedido.

Os cálculos devem estar previstos em contrato. A multa de fidelidade não pode ser superior a 10% dos valores de serviços contratados.

Por último, uma parte deve ser autorizada a celebrar um contrato. Isso significa que, se uma das partes estiver agindo em nome de outra pessoa, a pessoa sobrecarregada deve ter dado a essa parte autorização para agir em seu nome.

Finalidade legal do contrato de fidelidade

Além da cobertura, um contrato deve ter um propósito legal para ser de fidelidade. Um contrato que exige que uma ou ambas as partes façam algo ilegal ou que exista para concluir um objetivo ilegal não é obrigatório para nenhuma das partes.

Além disso, o propósito da lei não pode violar a política pública. Exemplos de contratos que não são para fins legais ou que são contra políticas públicas são contratos que envolvem um crime, que limitam as proteções do consumidor, que interferem nas relações familiares ou que exima uma parte da responsabilidade por danos causados ​​por conduta intencional ou imprudente.

Contratos com multas abusivas para a quebra do contrato de fidelidade podem perder sua legalidade. Por isso, consultar um advogado pode ser necessário em contratos de fidelidades em que grandes valores estão envolvidos.

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